A empresária Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro foi alvo, nesta terça-feira (25), de uma ação da Polícia Federal em Cuiabá durante a Operação Bóreas, que investiga uma organização criminosa suspeita de atuar na logística do transporte aéreo internacional de drogas e armas de fogo.
A operação também foi realizada em Palmas (TO) e contou com o cumprimento de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão, além de medidas determinadas pela Justiça para atingir o patrimônio dos investigados.
Thatiana é sócia e administradora da TRMT Restaurante Ltda., empresa responsável pelo Tatu Bola Bar, localizado na região da Praça Popular, em Cuiabá. Segundo informações apuradas pela reportagem, ela esteve na sede da Polícia Federal na capital mato-grossense durante as diligências.
Medida contra empresária ainda não foi detalhada
Até o momento, a Polícia Federal não informou publicamente qual medida judicial foi cumprida especificamente contra Thatiana.
Ainda não há confirmação se ela foi alvo de mandado de prisão preventiva ou de busca e apreensão. Também não foram divulgadas informações oficiais detalhando qual seria a participação atribuída à empresária no esquema investigado.
A Operação Bóreas tem como foco um grupo suspeito de estruturar a logística utilizada para o transporte internacional de entorpecentes e armamentos por meio de aeronaves.
PF cumpre seis mandados
Ao todo, foram expedidos seis mandados judiciais, sendo três de prisão preventiva e três de busca e apreensão. As ordens foram cumpridas pelas equipes da Polícia Federal em Cuiabá e Palmas.
Além das medidas pessoais, a Justiça autorizou ações voltadas ao patrimônio dos investigados. Entre elas estão a apreensão de aeronaves e o bloqueio e sequestro de bens e valores que possam estar relacionados às atividades investigadas.
Investigação é conduzida pela Justiça Federal
As medidas foram determinadas pelo Juízo da 4ª Vara Federal de Palmas, responsável pelas decisões judiciais relacionadas à operação.
A investigação busca identificar e desarticular a estrutura utilizada pelo grupo para viabilizar o transporte aéreo internacional de drogas e armas.
A presença da empresária na sede da Polícia Federal em Cuiabá ocorreu durante o cumprimento das diligências. Até o momento, porém, não foram divulgados detalhes oficiais sobre a eventual participação dela nos crimes investigados ou sobre a medida judicial específica cumprida em seu nome.
As investigações continuam, e a responsabilidade dos envolvidos deverá ser definida a partir das provas reunidas pela Polícia Federal.







