A capital mato-grossense passou a contar com o reforço de profissionais do programa Mais Médicos Especialistas para solucionar o déficit histórico de atendimento na rede pública de saúde. O Ministério da Saúde realizou uma visita técnica para acompanhar a integração das equipes nas principais unidades hospitalares da cidade.
Fiscalização e integração nas unidades de saúde
A comitiva ministerial inspecionou o funcionamento do Hospital Municipal São Benedito e do Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC). O objetivo principal foi avaliar como os novos profissionais estão se adaptando à rotina local e o impacto inicial nos atendimentos em áreas que historicamente enfrentam escassez de pessoal.
Especialidades contempladas no SUS cuiabano
O programa federal foca na ampliação de serviços em seis áreas de alta complexidade. Entre elas estão a Anestesiologia Perioperatória para agilizar cirurgias, a Cirurgia Geral Minimamente Invasiva para reduzir o tempo de internação, e o suporte especializado em Medicina Intensiva para UTIs.
Outras frentes essenciais integradas à rede municipal são a Colonoscopia Diagnóstica e Terapêutica, fundamental para exames preventivos e detecção precoce de problemas gastrointestinais, além da Ecocardiografia Transtorácica, que garante diagnósticos cardiológicos mais precisos diretamente no ambiente hospitalar.
Estratégia para reduzir filas de espera
A parceria entre o governo federal e a Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP) visa dar vazão à demanda reprimida por procedimentos cirúrgicos e exames de imagem. A Secretaria Municipal de Saúde projeta que a presença constante dos especialistas nos centros cirúrgicos e leitos traga agilidade imediata aos munícipes.
O cronograma de atuação divide os esforços conforme a vocação de cada unidade. No Hospital São Benedito, o foco recai sobre as cirurgias minimamente invasivas, exames de imagem e procedimentos endoscópicos. Já no pronto-socorro municipal, a prioridade é o suporte intensivo em UTIs, urgências cirúrgicas e serviços de anestesiologia.
Com essa medida, a gestão municipal espera normalizar o fluxo de atendimento e desafogar o sistema público de saúde da capital, garantindo assistência rápida e de qualidade para os pacientes que aguardam na fila.







